| Grupo Folclórico Estrela dos Vales |
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Fundação Esta colectividade foi fundada em Maio de 2004, foi feita a sua escritura no Cartório Notarial de Monção em 27 de Setembro de 2004, exarada de fls. 15 a 16v.º do respectivo livro de notas número 199-E e foi constituída Associação Cultural de Danças e Cantares Regionais e Actividades de Folclórico. Os
seus Fundadores Objectivo Factos e Feitos Convidou a população de Longos Vales, através do jornal Terra Minhota e as freguesias limítrofes para este evento, podendo o público apreciar os trajes deste grupo, confeccionados por mãos de uma costureira de talento e assim se mostrou os seguintes trajes: Noiva e Noivo, traje de lavradeira rica, traje de Ceifeiro e Ceifeira, traje de Moleira, traje de Padeira, traje de Feirante, traje de Pastora e Pastor, traje do Campo, dois trajes Domingueiros, traje de Garoto vai, ou ia à escola. Para o primeiro festival, a realizar-se pela primeira vez na história desta
freguesia, no Domingo 28 de Maio, pretende-se continuar a esforçar para mostrar
ao público de Longos Vales, que são estes que nos apoiam, para que possam ver
mais alguns trajes tradicionais, tais como: a Mordoma, que é um traje muito
bonito; traje da Segadeira de ervas; Traje da Menina que leva ou levava a
merenda ao campo; traje da Moça que ia com a cantaria buscar água à fonte. Actuações Cronologia Desde o núcleo castrejo, depois romanizado, no alto do monte de
S. Caetano, e da civilidade, junto da capela de Santo António da Cubela, desde
os registos toponímicos (Paço, Sé, Souto-Fiscal, Reguengo, Castelo, Guimil,
(Armada) Paradela, Couto) estendidos por estas Veigas de Velhas, Silvas e Doude,
onde se encontra com o primeiro e que nos falam de uma presença humana social,
administrativa, organizada, civilizada, culta. Desde a primeira organização
paroquial de Loco Parra, ponto luminoso de vida cristã fixado nesta face norte
da Anta, remontando à alta idade Média. Desde as relações com esta terra por
parte de D. Henrique e D. Teresa, D. Afonso Henriques e seu mordomo-Mor Gonçalo
de Abreu, a cuja família (a casa dos Abreus) pertenceu a capela de Santa
Catarina, erguida sobre os túmulos cavados na rocha, junto ao Mosteiro, para
servir religiosamente os vassalos desta nobre casa que viviam nestes vales.
Desde a presença conventual dos Padres Búzios (1150) dos Cónegos Regrantes de
Santo Agostinho, depois Colégio dos Jesuítas (1551) cujas relíquias monumentais
ainda luzem como estrelas mortiças em redor da nossa Igreja Mãe, o Mosteiro.
Desde as honras, privilégios e coutos que distinguiram esta terra de Longos
Vales uma terra rica e próspera através das gerações e até aos nossos dias,
desde tantos anónimos conterrâneos nossos a par de outros ilustres que nos
legaram um património que nos exige respeito e transmissão fidedigna, são muitas
as estrelas a fazerem-nos despertar para uma nova aurora. Temos nós, ESTRELA DOS VALES, de ser capazes de reviver e exprimir os elementos etnográficos e folclóricos que se afirmam nesta circunscrição geográfica e social, hoje paróquia e freguesia de S. João de Longos Vales, mas sem excluir o prolongamento natural e uno dos seus vales até ao Rio Minho. Ternos de dar, de novo, brilho a essas estrelas escondidas na memória do nosso povo. As suas tradições, os seus costumes, os seus cantares, as suas danças, os seus trajes adequados às diversas vivências quotidianas e de circunstancia celebrativas ou festivas, desde o traje usado no amanho dos campos e outras lides agrícolas nestes Longos Vales até ao traje exibido alegre e elegantemente na celebração da Fé, em cada Domingo, e dos sacramentos (Dia de Casamento e de Baptismo) sem esconder o traje dos momentos de dor e tristeza (traje de luto). A vida de um povo integra ritmo e som, dança e canção, sacrifício e lazer, luta e festa, relação e compromisso, trabalho e descanso, esforço e prémio, altos e baixos, passos rápidos e lentos, avanços e recuos, cruzamentos, voltas e contravoltas. Acima de tudo, a vida deve ser um hino e uma canção à existência digna e honesta, uma romaria ou rusga na busca e na afirmação de valores que enobrecem e honram. Um grupo folclórico como o Estrela dos Vales deve saber encarnar e desfraldar, em estandarte dançante, a riqueza e variedade da cultura do povo que emerge. Contactos |